A balança marca certo. O caderno, nem sempre.
O material sobe na balança com o big bag junto. Quem está no balcão desconta a tara de cabeça, anota o peso no caderno, faz a conta na calculadora e paga em dinheiro. Ninguém confere aquilo depois — não existe registro de bruto, tara e líquido para conferir.
Um erro de apenas 100 gramas em uma tonelada gera um prejuízo invisível, mas acumulado, que drena o lucro ao longo do ano.
Fonte: SP Balanças — exigências metrológicas para balanças de sucata