Perguntas que todo dono de frigorífico faz
Eu já tenho um sistema. Por que trocar?
A pergunta certa é se ele trabalha peso variável, transforma carcaça em cortes e fecha acerto de carga. Sistema de comércio adaptado não faz isso — é por isso que existe a planilha ao lado.
Trocar de sistema em plena safra não é arriscado?
É — e é por isso que a hora é agora. Com quase metade do abate concentrado entre setembro e novembro, quem implanta na baixa chega no pico com fôlego. A implantação é por etapas, com a operação rodando.
Minha equipe de produção não é de computador.
O registro acompanha a operação: pesa, aponta o lote, segue. O treinamento faz parte da implantação, e o MAXIMUS FORCE roda em tablet e celular para quem está em campo.
Isso não é sistema de frigorífico grande?
O MAXIMUS FRIGO é dimensionado ao porte da sua operação. Na demonstração você vê o sistema com a sua realidade e recebe a proposta — sem preço fechado por telefone.
E a parte fiscal? Meu contador já cuida.
O contador cuida depois. Em Mato Grosso, o risco de FETHAB e do ICMS diferido nasce na compra do gado — e é lá que o MAXIMUS registra, para o contador receber o dado pronto.
E se o sistema cair no meio do abate?
A Fontdata fica em Cuiabá, no estado que mais abate no Brasil. É suporte de quem conhece a operação e chega — não de quem só abre chamado.
Quanto custa?
Depende do porte da operação e do número de usuários. A demonstração é sem compromisso e é nela que você vê o sistema rodando e recebe a proposta.